domingo, 12 de julho de 2026

 O Ímã Divino entre as Almas Gêmeas
(Criado por André Camargo de Araújo Brito - 12/07/26)

No plano eterno, onde o amor impera,
Existe um laço que ninguém desfaz;
Se Deus afasta quem no peito espera,
A alma clama e já não encontra paz.

Inicia-se a busca, insana e frenética,
Um voo aflito, em busca do seu par,
Movendo terra e força magnética,
Só descansando quando a encontrar.

É esse o plano oculto do Criador:
Usar a ausência como impulsão,
Para elevar o espírito ao esplendor,
No plano divino da evolução.

Visto pelo mundo, só e desamparado,
O ser desperta sua força interior,
Move montanhas, ruma ao reencontro do seu amor,
Para reaver a luz que o tinha iluminado.

E nessa marcha aflita e soberana,
A alma se limpa do que a fez sofrer;
Corta a bagagem da fraqueza humana,
Deixando a sombra de um antigo ser.

Pois o magnetismo que as atrai no espaço
Vem do Senhor, em paternal vigília,
Guiando os filhos pelo estreito passo,
Até que a estrada junte a família.

O reencontro é a única verdade,
A lei bendita que o destino traça;
Nem Deus os separa pela eternidade
Um dia Ele os unirá na beleza e graça.

Se há o adeus e a distância cresce,
É só o ensaio para a nova luz;
A alma que chora, no final padece,
Mas logo o Pai a resgata e conduz.O Ímã Divino entre as Almas Gêmeas
(Criado por André Camargo de Araújo Brito - 12/07/26)

No plano eterno, onde o amor impera,
Existe um laço que ninguém desfaz;
Se Deus afasta quem no peito espera,
A alma clama e já não encontra paz.

Inicia-se a busca, insana e frenética,
Um voo aflito, em busca do seu par,
Movendo terra e força magnética,
Só descansando quando a encontrar.

É esse o plano oculto do Criador:
Usar a ausência como impulsão,
Para elevar o espírito ao esplendor,
No plano divino da evolução.

Visto pelo mundo, só e desamparado,
O ser desperta sua força interior,
Move montanhas, ruma ao reencontro do seu amor,
Para reaver a luz que o tinha iluminado.

E nessa marcha aflita e soberana,
A alma se limpa do que a fez sofrer;
Corta a bagagem da fraqueza humana,
Deixando a sombra de um antigo ser.

Pois o magnetismo que as atrai no espaço
Vem do Senhor, em paternal vigília,
Guiando os filhos pelo estreito passo,
Até que a estrada junte a família.

O reencontro é a única verdade,
A lei bendita que o destino traça;
Nem Deus os separa pela eternidade
Um dia Ele os unirá na beleza e graça.

Se há o adeus e a distância cresce,
É só o ensaio para a nova luz;
A alma que chora, no final padece,
Mas logo o Pai a resgata e conduz.