A Geometria de Tesla e o Dínamo do Amor
O gênio sérvio já previa o mapa,
No três, no seis, no nove a flutuar;
A engrenagem que do mundo escapa,
Na vibração que faz o átomo girar.
Se a energia e a frequência exata
Moldam o todo em sutil canção,
O elo eterno que as metades ata
Segue a mesma regra de expansão.
Casais dispostos em sagrado plano,
Formando círculos de três e seis,
Ativam o fluxo do sutil oceano,
No compasso nove das eternas leis.
Um poderoso dínamo desperta,
Gerando o campo que o amor conduz;
A reação em cadeia se faz certa,
Unindo a Terra em uma aura de luz.
O tempo e o espaço assistem ao bailado,
Onde os amantes vão girar no além;
O grande teste precisa ser selado,
Para provar a força que o sutil contém.
Inicia o gatilho a evolução:
O magnetismo que Tesla desvelou
Consuma as almas em real junção,
No mapa quântico que Deus traçou.
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